Desmistificando a origem do peixe Panga
Informação retirada do site www.agrolink.com.br
Segundo a Organização Mundial de Saúde
(OMS), o brasileiro consome, por ano, cerca de 7kg de peixe,
sendo que a recomendação é de 12kg.
Esse cenário pode ser atribuído, entre outros
fatores, ao custo elevado do pescado no Brasil.
Nesse contexto, iniciou-se, em 2009, a importação
do peixe Panga, uma opção de excelente custo-benefício
(25% mais barato que outras espécies, como a Merluza)
ao consumidor, que ocasionou a forte aceitação
do produto no mercado. Porém, o Panga começou
a sofrer retaliações e a ser alvo de falsas
atribuições com relação à
sua origem, principalmente na internet, o que vem dificultando
a sua consolidação no Brasil.
O Panga é cultivado há mais de mil anos no
Rio Mekong, no Vietnã, um dos maiores rios do mundo,
localizado no sudeste asiático. Há muitos
anos, é exportado para mais de 240 nações,
entre elas os Estados Unidos, todos os países da
Comunidade Européia, Japão, Rússia,
Austrália, entre outros. Só este fato bastaria
para atestar sua qualidade e segurança para o consumidor.
Ainda assim, o Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou uma série
de análises nesta espécie, com o objetivo
de confirmar a alta qualidade do produto, que foi aprovado
sem restrições.
O Panga tem as características que o consumidor
brasileiro sempre desejou em um peixe: tem textura firme,
cor branca, sabor suave e sem espinhas. É muito versátil,
permite vários tipos de preparos (grelhado, frito,
assado e ensopado) e possui um ótimo custo-benefício,
por conta das técnicas avançadas de criação
e processamento utilizadas pelo Vietnã. Além
disso, destaca-se a praticidade do peixe congelado, comercializado
limpo e em filés.
Desmistificar a origem do Panga pode ser um passo importante
para atingir o consumo per capita de pescado indicado pela
OMS. Sendo assim, gostaríamos de propor uma pauta
que abordasse as qualidades desse peixe, bem como seu fácil
preparo e sugestões de receitas.
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