TEMPEROS DA CULINÁRIA AÇORIANA

Endro, aneto, anega, dill e funcho-bastardo.
Anethum graveolens L. - Apiaceae (Umbelliferae)

Nativo do Mediterrâneo e do noroeste da Ásia, chegou ao Brasil pelo Estado de Pernambuco e por alguns imigrantes do Sul. Era um símbolo de vitalidade para os romanos antigos. Para os gregos, era um santo remédio. Na Idade Média, era encarado como uma proteção contra bruxaria, apesar dos "bruxos" a usarem em diversas poções mágicas.

Usos na culinária: as sementes de endro são ligeiramente soporíferas e bem mais fortes que as folhas. Geralmente, as sementes são acrescentadas ao pepino ou couve-flor em conserva. As folhas, que não são amargas como as sementes, ressaltam o sabor de peixes, aves, salada de batatas, molhos, manteigas aromáticas, pães, pastas de ricota e patês. É o tempero mais usado em peixes nos países da Escandinávia. Na Alemanha, é muito empregado em sopas e cozidos. Na Índia, o aneto é comumente usado no preparo de lentilha ou feijão.

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