Os egípcios
foram os primeiros a utilizar os aromas das plantas, (no início
para a confecção de perfumes), a partir do momento
em que o homem aprendera a fazer fogo e observara que certos
arbustos liberavam aromas agradáveis ao serem queimados.
Os perfumes eram usados em cerimônias religiosas, e
apenas pelos sacerdotes. Há registros que citam a utilização
do incenso no templo de Mênfis (no Egito), nos altares
de Confúcio (na China), e nos tabernáculos de
Jerusalém.
Datam de 1552 os primeiros registros das
ervas americanas, cuja origem índia e conhecimento
das culturas indígenas tornam os escritos de Juan Badianus,
um médico mexicano, muito procurados pelos estudiosos
da área. Assim como Badianus, um médico espanhol,
Monardes, também escreveu sobre as ervas do Novo Mundo.
Estendeu-se até à época da República
o interesse por ervas, mas foram os “shakers”,
grupo religioso cuja filosofia de vida se baseava na simplicidade,
que expandiram e intensificaram a importância das ervas
na América, cujo valor econômico durou mais de
cem anos.
Thomas Jefferson, plantava pessoalmente suas ervas preferidas,
entre elas: tomilho, lavanda e alecrim.
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